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Tratamento de menores dependentes químicos

Atenção a menores dependentes de álcool e outras drogas

Assim o Padre Osvaldo Gonçalves, fundador da Família de Caná, narra como nasceu a ideia:

A inquietação

"Leio em uma reportagem: "O menino de rua é um 'grito na cidade', constante apelo às nossas consciências. São muitos. Não se sabe de onde vêm. Sem pai, sem mãe, sem assistência, estão em toda parte, sempre sujos e com fome. Seu caminho é a marginalidade. Sua formação é a malandragem e o crime. Nos grupos ou gangues viram bandidos, perturbam a paz das pessoas e apavoram a sociedade".

Primeira tentativa

"Comecei a sonhar com uma casa para abrigar menores. Compartilhando esse ideal com um empresário simpático às minhas idéias, ele se dispôs a ajudar financeiramente sob três condições: dar à casa o nome de Dom Bosco, preservar o seu anonimato e apressar a construção.

Por falta de recursos financeiros e de pessoal preparado, nossas tentativas eram muito tímidas. Atendíamos a poucos menores, que nos pediam socorro em necessidade extrema. Mesmo assim, entre 94 e 99, contrariando um pouco o Estatuto da Criança e do Adolescente, sob o olhar benevolente das autoridades, chegamos a receber mais de 100 menores." A experiência acabou sendo suspensa.

A ajuda dos Irmãos Maristas

"Em 2001, o INSTITUTO MARISTA DE SOLIDARIEDADE ajudou-nos a dar novo impulso ao trabalho. Ofereceram uma doação para construir uma casa para 30 internos. A construção foi feita. Demos à casa o nome de "Eu quero a vida", mas a criação da comunidade foi sendo adiada, pela dificuldade de encontrar pessoas para dirigir e recursos para manter".

Nova tentativa

Em março de 2008, fizemos parceria com a Prefeitura de Ribeirão das Neves, para manter um abrigo de menores não infratores que vivem na rua, iniciados nas drogas, em situação de risco. Contrariando os termos do contrato, nos mandaram menores infratores. Trabalhar com esses menores é um desafio maior do que se pode imaginar. Eu me senti incapaz e decidimos desistir do convênio com a Prefeitura; mas o apelo continuava e era preciso fazer alguma coisa".

Atualmente, na Casa "Eu Quero a Vida" está funcionando uma comunidade destinada a menores de 12 a 17 anos, dentro do programa terapêutico da Família de Caná. Nas instalações que já existem é possível acolher 20 menores.


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Associação Família de Caná
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